14
de abril 2007 -
NAGOYA
PC inaugura mais um novo
Datacenter em Nagoya-shi -
Nakagawa-Ku - Housei
14
de abril 2007 -
12 e 13 de
maio -
NAGOYA PC e ATEC
anunciam parceria em novo produto Shop Com JP durante a
Expobusiness 2007
14
de abril 2007 - Entrevista
do Jornal
Japan International Press


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05
de abril 2007 - Entrevista
do Jornal
Japan International Press

Entrevista
sobre Provedores
de Conexão
a Internet
(matéria não
publicada ainda no jornal)
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01
de abril 2007 -
NAGOYA PC &
ATEC JAPAN &
JAPAN CASE anunciam nova
parceria de trabalho para 2007.
"Parceiros sempre vem a somar e
ajudar a atender ainda melhor nossos
clientes e a oferecer um apoio mais
abrangente para empresas que já
acreditam em nossos serviços."
relata Anderson Tagata proprietário
da NAGOYA PC.
O
mercado é grande e ninguém sozinho
poderá atender a todas as
necessidades dos clientes, sendo
assim, essa união vai completar as
lacunas no setor de Tecnologia da
Informação e oferecer aos nossos
clientes um amplo atendimento em
todos os sentidos, seja treinamento,
consultoria, desenvolvimento,
hospedagem, suporte e comércio.
Websites dos parceiros:
www.atecjapan.com
www.japancase.com
20
de março 2007 -
Números mostram que
comércio online é necessário para
todas as empresas
Todas as empresas, independente de
serem grandes, médias ou pequenas ou
de sua natureza (produtos ou
serviços) terão, necessariamente, de
investir no plano virtual, caso
contrário serão engolidas pela
concorrência e simplesmente
desaparecerão.
A
constatação é originária de boa
parte dos empresários do ramo
multimídia e é embasada na recente
pesquisa divulgada pela empresa de
marketing on-line E-Bit, que apontou
um crescimento de 76% no comércio
eletrônico no Brasil em apenas um
ano - de 2005 para 2006.
As
lojas virtuais deixaram de ser
apenas um apêndice de luxo da
atividade convencional e se
transformaram em elementos
multiplicadores de faturamento e
também de fidelização da clientela.
"Não é qualquer setor que pula seu
faturamento de R$ 2,5 bilhões para
R$ 4,4 bilhões em apenas 12 meses e
está para existir algum outro que
consiga aumentar o número de
consumidores em 46% também em um ano",
comenta o empresário Alcir Abuchain,
diretor de tecnologia da Master Case
Digital Business, uma das empresas
pioneiras em soluções multimídia no
Centro-Oeste. "Quem não investir em
ambientes virtuais em seu negócio,
irá amargar perdas irreparáveis",
comentou.
A
afirmação de Abuchain também é
fundamentada no estudo da E-Bit, que
faz uma projeção do desempenho do
setor até o final deste ano. A
expectativa para 2007 é a de que o
comércio eletrônico movimente algo
em torno de R$ 6,4 bilhões, um
crescimento de 45,5% em relação a
2006. Segundo a pesquisa, esse
crescimento deverá ocorrer em razão
da entrada de novos consumidores no
mercado de compras virtuais e pelo
aumento da freqüência de compras por
este canal. E este cenário já está
sendo desenhado.
De 1º
de janeiro até oito de fevereiro
deste ano, as vendas no comércio
online brasileiro já haviam superado
em 18% o valor comercializado no
mesmo período de 2006. "A situação é
irreversível; o empresário que fizer
vista grossa para o ambiente virtual
em seus negócios, vai perder o trem
da história", garante Abuchain. O
estudo da E-Bit mostra que o quadro
é generalizado em todo o Brasil. O
Mato Grosso do Sul, por exemplo, que
detém pouco mais de 1% da população
brasileira, respondeu por 2% de
todos os consumidores que passaram a
comprar online em 2006.
Isso
equivale a 50 mil novos compradores
virtuais sul-mato-grossenses em
apenas um ano. No estado, o comércio
eletrônico movimentou cerca de R$ 88
milhões no ano passado.
OPORTUNIDADES O setor ainda lamenta
a visão estereotipada de uma boa
parte dos empresários brasileiros
que entendem o comércio eletrônico
restrito apenas às vendas que são
concretizadas na Internet. "A
presença na Internet apenas
mostrando seus produtos e serviços,
o envio de e-mail marketing
devidamente autorizado pelos
clientes e a participação em
comunidades por grupo segmentado de
consumidores podem levar a uma venda
convencional, com o consumidor indo
até a empresa para concretizar o
negócio", explica Wilson Bento,
sócio-proprietário da Master Case.
Algumas empresas, no entanto,
apostaram no ambiente virtual como
apoio à venda convencional e estão
se dando bem.
É o
caso da Rede Comper de Supermercados,
que disponibiliza na Internet (www.comper.com.BR)
os tablóides de ofertas de todas as
suas mais de 20 lojas espalhadas por
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul,
Goiás, Distrito Federal e Santa
Catarina. Também envia estas ofertas
através de um sistema de e-mail
marketing para seus clientes
fidelizados. Também é o caso da loja
de artigos esportivos e de pesca
Antonios Náutica, de Campo Grande. A
empresa montou uma loja virtual (www.antoniosnautica.com.BR),
mas mantém o estímulo da compra
convencional, dando alternativas ao
cliente. Logo na página de abertura
de seu site, o consumidor já dá de
cara com a imagem e o preço dos
principais produtos em oferta.
E o
mais interessante: informa
imediatamente que aceita pagamento
através de cartão de crédito,
transferência eletrônica,
financiamento e boleto bancário. "Trata-se
de uma alternativa de alto impacto
para quem já buscou acessar a loja
virtual da empresa; além disso um
sistema de comércio eletrônico na
Internet é muito acessível hoje para
as pequenas e médias empresas",
comenta Bento. Apesar de estar
disponível há apenas oito meses, a
loja virtual da Antonios Náutica já
está aumentando significativamente o
faturamento da empresa, que possui
duas lojas convencionais em Campo
Grande.
"Hoje
as vendas online respondem por até
20% de todo o meu faturamento. Em
pouco tempo estará vendendo tão bem
quanto qualquer uma das duas lojas
que temos", comenta a proprietária,
Ana Paula Toledo Barros.
"Estamos
vendendo para São Paulo, Rio de
Janeiro, Vitória, Porto Alegre e
várias outras cidades brasileiras",
completa. Algumas informações
reveladas pela pesquisa da E-Bit são
fundamentais para quem "acordou" e
garantir sua fatia neste setor.
Livros, revistas e jornais são os
objetos de desejo da maior parte
(17%) dos sete milhões de
consumidores adeptos à compra
virtual no Brasil. Em seguida vem os
CDs, DVDs e vídeos (16%) e aparelhos
eletrônicos como TV, som e vídeo
(15%). O público do comércio
eletrônico brasileiro, em sua grande
maioria, tem idade entre 25 e 49
anos. A pesquisa mostra também que
68% dos consumidores preferem o
pagamento pelo cartão de crédito. O
restante da preferência fica para
boleto bancário (12%), depósito e
transferência bancária (3%), cartão
de débito (2%) e cheque (1%).
10
de fevereiro 2007 - Entrevista
do Jornal
Japan International Press


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1 de
janeiro -
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